Detran/RN abre hoje unidade em Macau

DETRAN/RN

 

A Ciretran de Macau reabriu as atividades na nesta segunda-feira (24). O Detran de Macau realiza serviços de Abertura e Renovação da Carteira Nacional de Habilitação,  segunda via da CNH, alteração de dados, transferência de estado ou município, mudança de endereço, Psicoteste, teste teórico, entre outros atendimentos. A unidade funcionará na Central do Cidadão do município.

A reabertura da unidade contempla a política do órgão de interiorização dos serviços. Além de Macau, a Ciretran atende municípios da região, como é o caso de Carnaubais, Guamaré, Alto do Rodrigues, Porto do Mangue e Pendências.

Serviço:

Ciretran de Macau

Local: Central do Cidadão. Rua Augusto Severo, 34 – Centro (Vizinho ao Posto JM).

Dias de atendimento: Segunda-feira a Sexta-feira

Horário: 7h às 13h

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Governador detalha situação financeira e ações na Segurança

No início da tarde desta segunda-feira (24), o governador Robinson Faria deu mais detalhes sobre a situação financeira crítica enfrentada pelo Estado, durante entrevista ao jornalista Alex Viana e ao consultor Sêmio Timeni Segundo, do programa radialístico Meio Dia Cidade. O chefe do Executivo estadual explicou, entre outros pontos, como está sendo feito o pagamento da folha salarial. Diante da crise que abala todo o país, o Rio Grande do Norte está entre os 12 estados que pagam a folha fora do mês ou por faixa salarial; e mais de 20 enfrentam sérias dificuldades financeiras.

“Muitos me questionam como posso estar fazendo, por exemplo, uma obra tão grande como o anel viário, como posso estar saneando toda Natal, e o Governo não consegue pagar a folha em dia. É importante esclarecer que os recursos para cada fim vêm de uma fonte especifica e não podem ser utilizados para outra finalidade. Se fossem usados, seria crime de responsabilidade”, esclareceu o governador.

Segundo Robinson, o Governo Federal ajudou àqueles estados que tinham grandes dívidas com a União e não está ajudando os estados com dívidas menores, como é o caso RN.

“O Rio Grande do Norte é o estado que possui a menor dívida com a União e mesmo assim foi esquecido. Uma crise é enfraquecida a partir do momento que os estados se fortalecem. Ao invés de o Governo Federal fomentar toda a federação, eles governam para cinco, seis estados, e esquecem os demais, e nós estamos entre esses esquecidos”, disse.

Questionado sobre a área de Segurança, o chefe do Executivo Estadual explicou que mesmo havendo uma crise nacional desde 2015, o Governo vem realizando melhorias, como a elaboração do Plano Estratégico de Segurança Pública, que estabelece ações até o ano de 2020, e citou outros avanços.

“Estou otimista. Mesmo com a violência aumentando em todo o Brasil, nosso governo melhorará o padrão da segurança no estado. Estamos enfrentando a crise, temos uma polícia motivada, trabalhando muito. Realizei mais de seis mil promoções de carreira que estavam represadas há anos. Teremos uma resposta ainda melhor com as instalações dos bloqueadores de celulares nos presídios, ação que começamos e estamos dando continuidade. Até o final do ano lançaremos os editais dos concursos das Polícias Militar e Civil, Itep e Bombeiros para termos condições de melhorar o policiamento nas ruas”, declarou e finalizou a entrevista pedindo a bancada federal para manter o apoio à sua governabilidade.

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Fátima quer debater as mudanças do ensino médio em Natal

A senadora Fátima Bezerra apresentou, na semana passada, dois requerimentos de audiências públicas na Comissão Mista da Medida Provisória nº 746/2016, que trata da reformulação do Ensino Médio.

O primeiro pede a realização de um seminário em Natal para discutir o tema. Segundo Fátima, a elaboração de políticas para o ensino médio carecede uma ampla discussão com a sociedade, especialmente com a comunidade educacional de cada região onde o ensino é ministrado. “Esse seminário no Rio Grande do Norte reflete o compromisso de nosso mandato com a sociedade e a comunidade educacional. Convidaremos especialistas e entidades representativas dos professores, dos funcionários e dos estudantes”, explica.

O outro requerimento sugere audiência pública, na comissão mista, para debater o tema com as entidades ligadas à educação. Fátima sugere que sejam convidados para a audiência representantes do Ministério da Educação, do Fórum Nacional de Educação, do Conselho Nacional de Secretários de Educação, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, da União Brasileira de estudantes Secundaristas e do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional. Também foram convidados representantes do Movimento Nacional em Defesa do Ensino Médio, da Campanha Nacional pelo Direito à Educação e do Movimento Todos pela Educação.

As proposições serão analisadas na próxima terça-feira (25) pelos parlamentares. A Medida Provisória nº 746/2016 já recebeu 568 emendas de parlamentares e tem sido alvo de protestos da comunidade educacional e da população brasileira em geral.

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PEC 241 provoca terror entre maus administradores e fere modo PT de governar, diz Rogério

A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), criada no fim do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), “foi um marco institucional importante para punir àqueles que ferem a lei natural de que não se pode gastar mais do que se tem”. Na época, a oposição comandada pelo PT tentou de todas as formas impedir a aprovação da medida, que hoje é apoiada de forma quase unânime pelos especialistas em economia e gestão pública.

Passados 16 anos da criação da LRF, no ano 2000, o PT “trabalha milimetricamente da mesma forma para a derrocada do Brasil, agora atacando a PEC 241”. Esta é a opinião do deputado federal Rogério Marinho (PSDB), em artigo publicado neste final de semana.

Segundo Rogério, “a PEC 241 provoca verdadeiro terror entre maus administradores. Estabelecer teto de gastos para contumazes gastadores, perdulários, corruptos e incompetentes é tiro fatal. A PEC fere de morte o modo petista de governar e expõe de maneira cabal a visão atrasada e venenosa de economia que partidos de esquerda possuem. Eles pregam a cultura da irresponsabilidade fiscal e não conseguem compreender a lei básica da escassez”.

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