João Maia participa da convenção que homologou candidatura de Nilsinho a prefeito de Luís Gomes

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Foto: Assessoria

No dia 05 de julho deste ano os eleitores de Luís Gomes, cidade do Alto Oeste Potiguar, voltam às urnas em eleição suplementar para eleger quem administrará a cidade até dezembro de 2016. A cidade está sendo administrada pelo presidente da Câmara Municipal, Francisco Joseilson da Silva (Nilsinho), desde a cassação dos mandatos do prefeito Francisco Tadeu Nunes, e da sua vice, Antônia Gomes Abrantes Barbosa, por abuso de poder político e econômico.

E durante convenção neste sábado (30) o Partido da República decidiu que o próprio Nilsinho é o nome para disputar as eleições suplementares. Na ocasião também foi aprovado o nome do empresário Júnior do Posto (PR) como o candidato a vice de Nilsinho. Além do presidente estadual do PR, ex-deputado federal João Maia, a convenção contou com as presenças do deputado estadual Gustavo Carvalho, da presidenta do PR Mulher, Shirley Targino, dos prefeitos republicanos Luiz Jairo (Upanema) e Monteiro Neto (Rodolfo Fernandes), além de vereadores e pessoas da comunidade.

“Não tem administrador competente se não amar o seu povo e a sua cidade. Eu conheço a história de Nilsinho. Filho de agricultores ganhou a vida vendendo leite de porta em porta, e sabe a dor de cada um. Sabe o que é sustentar uma família, e Nilsinho nunca saiu de Luís Gomes. Aqui passaram pessoas muito valorosas, e que fizeram por Luís Gomes, mas está na hora de Nilsinho, desse que conhece cada um de vocês pelo nome e sobrenome. Até quem é adversário de Nilsinho, o respeita”, destacou João Maia em seu discurso.

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Especial: O PMDB municipal e seu ingresso na gestão carlista por Hermano Morais

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O espaço do PMDB na gestão municipal do prefeito Carlos Eduardo Alves, do PDT, vai aumentar. Para quem não lembra, o mesmo PMDB que hoje está dialogando com o PDT, foi ontem seu adversário em um segundo turno acirrado em 2012. . . Defendendo um projeto de candidatura própria partidária, Hermano Morais renunciou ao diretório municipal diante das ações que seu partido vem tomando em Natal. Conheça as opiniões do deputado e seu desabafo diante dos rumos que seu partido tomou neste ano.

Márlio Forte – Como está o PMDB municipal hoje?

Hermano Morais – Após exposição do motivo, eu renunciei ao restante do meu mandato, que se encerraria em maio, mas iria até agosto. Discordando desse entendimento político que está em curso relativo ao município de Natal, com a ausência das ações do diretório municipal, eu me afastei da direção.

MF – Haverá eleição no diretório?

HM – Não sei, as ações estão com o presidente Bertone Marinho e o vice-presidente, vereador Ubaldo, e na reunião também participou Felipe Alves, eles que são os interessados no diretório municipal. Eles vão coordenar o diretório até agosto, onde haverá uma nova eleição. Qualquer eleição extraordinária ou anúncio de vacância do cargo é com essa comissão.

MF – Com sua renúncia, isto afasta a possibilidade do senhor ser candidato a prefeito de Natal?

HM – Não, apenas deixei o partido mais à vontade. Eu sempre defendi um projeto partidário, e não pessoal. De acordo com meu posicionamento, eu preferi me afastar, discordando dessa aproximação com a administração municipal de Carlos Eduardo. No momento que o PMDB, há um ano das convenções partidárias, passa a integrar a administração municipal, isso prejudica uma candidatura própria. Eu sempre defendi candidatura própria do PMDB, que deva ser representada pelo melhor quadro que o partido tem. Deixando o partido mais à vontade e pensando dessa forma, eu deixei a presidência. Depois de 20 anos, o partido teve candidatura própria e uma participação muito expressiva quando fomos ao segundo turno, o natural era que o partido voltasse para as ruas com o objetivo de atualizar suas propostas para o desenvolvimento e resolução dos problemas da cidade. Então, com a participação do PMDB em uma secretaria municipal e, pelo que vi na imprensa, com uma possível segunda pasta, eu penso que esse projeto fica prejudicado. Não é impossível, pois a convenção acontece em junho do ano que vem e até lá teremos muitas discussões para essa avaliação. O melhor caminho para o partido é a adoção de uma candidatura própria.

MF – Dizem que o PMDB assumirá a letra A: PMDBA, A de Alves. Os Alves exercem essa interferência tão grande no partido?

HM – Eu,  pelo menos,  não tenho esse sobrenome e respeito a tradição política que essa família tem no RN. Eu espero que o partido se abra e estimule a participação de todos. O que pode ter criado o surgimento desse comentário é a aproximação que vem se dando com o diretório municipal, sem que ele tenha participado dessa discussão política que não foi realizada. A busca de convergência e o respeito das diferenças é ação típica da democracia. Nesse caso, o que pode ter acontecido é o fato da aproximação política e administrativa a margem do diretório municipal.

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STF marca julgamento de caso das biografias não autorizadas para junho

Com informações da Folhapress

O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta sexta-feira (29) que julgará no dia 10 de junho se biografias não autorizadas podem ser publicadas mesmo sem o consentimento do personagem-tema da obra.

Uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) sobre o assunto está pronta para entrar na pauta do plenário da corte. Relatora do processo, a ministra Cármen Lúcia já elaborou seu voto.

A reportagem apurou que ele pretende levar o processo à apreciação do plenário antes do recesso do Judiciário, que começará no dia 2 de julho.

A ação em curso no tribunal foi proposta pela Associação Nacional dos Editores de Livros (Anel) em 2012.

A entidade questiona dois artigos do Código Civil relativos ao uso de imagem e ao direito à privacidade. A associação pleiteia o direito de produzir e publicar biografias sem a necessidade de autorização dos biografados.

A Procuradoria-Geral da República, instada a se posicionar no processo, defendeu a tese de que a publicação não pode depender de consentimento prévio do personagem retratado.

Em outra frente, tramita no Senado um projeto de lei que autoriza a publicação de biografias não autorizadas.

A proposta, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte, é relatada pelo senador Romário (PSB-RJ). No Twitter, o ex-jogador de futebol já se declarou favorável ao projeto. “A legislação brasileira já tem mecanismos para punir aqueles que publicam inverdades”, escreveu.

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Três operários morrem em acidente em usina de Belo Monte

Com informações da Folha de S. Paulo

Três operários morreram em um acidente na usina de Belo Monte.

Os corpos foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros de Altamira (PA) no início da noite de sábado (30), de acordo com o Consórcio Construtor Belo Monte, responsável pelas obras.

Os ajudantes de produção Denivaldo Soares Aguiar, José da Conceição Ferreira da Silva e Pedro Henrique dos Santos Silva estavam desaparecidos desde as 2h da manhã de sábado, quando um silo de concreto desabou na área industrial da obra.

Outros três funcionários foram atingidos no desabamento e atendidos no local. Dois tinham ferimentos leves e foram liberados. O terceiro fraturou o ombro.

Segundo o consórcio, não há notícias de que outros funcionários possam estar soterrados e, por isso, as buscas devem sem encerradas.

Contratado pela Norte Energia, que venceu o leilão para construção da usina, o Consórcio Construtor de Belo Monte é formado por dez empreiteiras.

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Polícia pode ter descoberto túnel em novo pavilhão de Alcaçuz

Foto: G1

Com menos de um mês de entregue, os presidiários do pavilhão quatro, novo em folha, já podem ter “inaugurado” o setor: a polícia investiga a construção de um novo túnel. Se confirmado, será o segundo em menos de três dias… Em entrevista ao RNTV 1ª edição, o diretor de Alcaçuz não confirmou o fato.  Existe a possibilidade de penitenciários terem fugido novamente. 

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EUA desenham caminho da propina que atinge a Globo

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Na entrevista coletiva em que apresentou ao mundo as vísceras da corrupção na Fifa, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos mostrou, didaticamente, o que pode ser chamado de fluxograma da propina, que, se as investigações avançarem no Brasil, pode atingir em cheio as Organizações Globo, da família Marinho.

O esquema é de fácil compreensão e trata-se basicamente de uma reação de corrupção em cadeia: os organizadores de um evento de futebol, seja a própria Fifa, ou as confederações dos continentes, regionais ou até nacionais, como a CBF, são quem primeiro detêm os direitos de transmissão e marketing dos eventos. Para comprar esses direitos, empresas de Marketing Esportivo, como a Traffic Group, do brasileiro José Hawilla, pagavam milhões às confederações, e outros milhões de dólares em propina para os dirigentes das entidades.

De acordo com o esquema desenhado pelo governo americano, as empresas de marketing esportivo, de posse dos direitos de transmissão de campeonatos importantes, como a Copa do Mundo, Libertadores, Copa América ou até a Copa do Brasil, revendia-os aos grupos de comunicação e patrocinadores, que também pagavam propina às empresas para fecharem os contratos.

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Washington Post: ‘Cunha não se importa de jogar sujo’

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Informações: 24/7

“Um cristão evangélico que toca bateria e tem sido comparado a Frank Underwood, o ambicioso político de “House of Cards”, série do Netflix, vem abalando a política brasileira desde que foi eleito presidente da Câmara dos Deputados, há quatro meses”. É assim que começa o perfil do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) publicado no site do jornal americano “The Washington Post” (original em inglês aqui).

De acordo com a matéria, Cunha “não apenas balançou o governo de alianças da Presidente Dilma Rousseff, no qual seu partido é supostamente o aliado mais importante. Suas ações ameaçaram inviabilizar a coligação meses após o começo do segundo mandato da presidente, levando a uma série de revoltas que abriram feridas nas frágeis alianças”.

O jornal americano citou as votações dessa semana para mostrar como Cunha trabalha: “Uma comissão do congresso trabalhou por mais de três meses nas propostas que foram jogadas fora depois que o deputado convidou alguns líderes de partidos para almoçar em sua casa e foi decidido que as medidas seriam votadas diretamente no plenário cheio”.

José Álvaro Moisés, cientista político da Universidade de São Paulo (USP), descreveu para reportagem do site do Washington Post o momento da política brasileira como um divisor de águas. “A oposição não está cumprindo bem o seu papel. Então esse espaço está sendo ocupado pelo PMDB”, disse.

Segundo a publicação, o PMDB tem planos de desafiar o PT nas eleições presidenciais de 2018 e, com o Congresso agressivo que vem controlando com a presidência das duas casas, está mudando o equilíbrio de poder no Brasil. “O legislativo também quer definir a agenda do país”, disse.

O jornal ressalta que críticos chamaram Cunha de perigoso, retratando ele como um operador político implacável e resiliente que dirige a Câmara dos Deputados de forma imperativa.

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Blatter: ação dos EUA contra Fifa é “revanche”

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Informações: 24/7

Recém reeleito presidente da Fifa, Joseph Blatter afirmou que as prisões de dirigentes da instituição foram uma revanche de Washington contra o fato de ter perdido a Copa de 2022 para o Catar, na escolha realizada em 2011.

“Ninguém vai me tirar a ideia de que foi uma simples coincidência esse ataque americano, dois dias das eleições da Fifa”, declarou em entrevista à televisão suíça RTS. “Depois tivemos reações da Uefa e de Platini”, disse. “Não cheira bem”.

Para Blatter, isso foi algo programado. “Eles tentaram me denegrir e usaram o momento para dizer que é tempo para que eu deixe o poder”, disse, lembrando que ameaçaram boicotar. “Existe sinais que não podem ser escondidos”, insistiu.

“Os americanos eram candidatos [à Copa de 2022] e perderam. Então foi a imprensa britânica e o movimento americano que surgiu. Olha, com todo respeito ao sistema judicial americano, se eles tivessem um problema com crimes financeiros ligados a cidadãos americanos ou sul-americanos, então precisam prender essas pessoas lá e não em Zurique onde temos um congresso”, declarou.

“Há algo que não cheira bem”, insistiu. “Isso é um caso de corrupção entre a América do Norte e a América do Sul. Agora trouxeram para a Fifa para dizer que é aqui”, acusou Joseph Blatter.

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