Agripino conversa com líderes dos movimentos de rua que pedem investigação de Dilma

Foto: Assessoria
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Parlamentares de seis partidos de oposição se reuniram na tarde desta quarta-feira (15) com representantes de movimentos de rua que defendem, entre outros temas, a investigação criteriosa dos casos de corrupção no governo Dilma Rousseff. Deputados e senadores do Democratas, PSDB, PPS, Solidariedade, PSB e PV garantiram que a oposição estará unida para ouvir e estudar as reivindicações das ruas.

Para o presidente nacional do DEM, José Agripino (RN), o momento é de convergência e união entre sociedade e oposição, que estarão unidas na defesa da pauta apresentada pelo grupo que pede entre outras reivindicações, a transparência na gestão pública, combate a corrupção e melhorias na educação básica. “Neste momento, o que mais precisamos é de consenso e conversa contínua uns com os outros.  A oposição está forte, unida e à disposição para ouvir as reivindicações desses movimentos”, destacou.

Ainda de acordo com o senador, os dois principais assuntos que deverão ser discutidos em um primeiro momento serão a investigação sobre a participação da presidente Dilma Rousseff nas denúncias envolvendo a Petrobras e o pedido impeachment da chefe do Executivo. “O pensamento de todos os presentes no evento é o mesmo: o aprofundamento da investigação das fortes denúncias envolvendo o governo. Para isso, estamos analisando as etapas deste processo”.

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Vereadora Júlia Arruda apresenta pauta de reivindicações à Semov

Foto: Assessoria
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Com o objetivo de acompanhar o andamento das solicitações enviadas à Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semov), a vereadora Júlia Arruda se reuniu com o secretário Tomaz Neto, na manhã desta quarta-feira (15), juntamente com uma comitiva de moradores dos bairros de Potilândia, Nova Descoberta e Tirol. A pauta inclui serviços de drenagem, pavimentação, limpeza de galerias e lagoas de captação e restauração de vias.

“Sabemos das dificuldades estruturais e financeiras enfrentadas pela Semov, mas precisamos dar um retorno à população que nos procura para apresentar suas reivindicações. Afinal, esse é o nosso papel. Por isso, resolvemos proporcionar esse contato direto, sem intermediários, entre o secretário e os moradores”, disse a vereadora Júlia Arruda, que levou uma lista de 17 solicitações encaminhadas pelo seu mandato à Semov.

Entre os pleitos, está a manutenção, composição das paredes e limpeza das lagoas de captação de Potilândia e de Candelária. Segundo o secretário, as lagoas estão incluídas no planejamento anual de manutenção feita pela Semov. “Nesse momento, estamos trabalhando nas lagoas de captação da zona Norte. Dentro de 30 a 45 dias, finalizaremos lá e iremos atender pontos críticos de outras regiões”, disse Tomaz Neto.

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Reta cheia de curvas: Duplicação da reta Tabajara é discutida com Ministro dos Transportes

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A duplicação da reta Tabajara (BR-304) foi a principal pauta da primeira de duas audiências realizadas em Brasília nesta quarta-feira,15, com a participação do governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria. A obra, orçada em R$ 233 milhões, e de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), está parada desde outubro do ano passado, prejudicando cerca de 60 mil motoristas diariamente.

“Nós não podemos deixar que uma obra importante como esta fique parada. Viemos até o Ministro dos Transportes [Antônio Carlos Rodrigues], que nos recebeu com toda a sua equipe técnica. Estamos confiantes de que em breve teremos uma boa notícia”, destacou. O projeto, além da duplicação dos 26,7 km de rodovia, contempla a construção de marginais, viadutos, e pontes.

Alem da reta Tabajara, foram discutidas outras obras desenvolvidas pelo Governo Federal no RN, como a adequação do contorno de Mossoró, a adequação do contorno de Campo Grande e o viaduto do Gancho de Igapó. Também foi citada a obra do trecho da BR 101, entre Natal e Parnamirim, que contempla 13,2 km de vias marginais, seis viadutos, cinco passarelas e passagem inferior, e já está licitada.

A reta Tabajara já foi promessa de muitas campanhas… curvas e contratempos colocaram um freio nessa importante obra…

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Amanda Gurgel conta polêmicas e verdades: “Temos que ter um mandato revolucionário”

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Em entrevista ao blog, a vereadora Amanda Gurgel tocou em diversos assuntos polêmicos que cercam a Câmara, Prefeitura, Governo e seu mandato. “Não tenho nenhum tipo de ambição em relação a quantidade de votos. Não tenho essa ambição”, disse a vereadora em resposta a expectativa de votos em uma eventual disputa. Terceirização, mandato de Carlos Eduardo, processo de Marcos do PSOL e a relação com o Sinte são os temas tocados na entrevista que você confere agora.

Márlio Forte – Como a senhora analisa a volta de Raniere Barbosa para a Câmara dos Vereadores?

Amanda Gurgel – Eu estou indiferente com esse assunto, para mim tanto faz se a bancada do prefeito tenha líder ou não. Não faz diferença para vida dos trabalhadores e nem para a Câmara.

MF – Em relação a moção de repúdio entregue ao presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, o que a senhora espera?

AG – Eu espero que a bancada federal possa se relocalizar nesse tema. Majoritariamente os deputados votaram a favor do projeto de lei nº 1630, que amplia a terceirização e é nociva aos trabalhadores. A partir da manifestação da Câmara dos Deputados com a moção entregue em mãos ao presidente da Câmara, que os deputados possam mudar sua posição em relação a esse tema.

MF – A senhora será candidata a prefeita nas eleições de 2016?

AG – Não tenho essa discussão firmada ou articulada.

MF – O partido da senhora, PSTU, está satisfeito com a atuação dos vereadores do PSOL que foram eleitos com a ajuda do seu quociente eleitoral?

AG – Não fazemos uma avaliação sobre os mandatos do PSOL. Temos um posicionamento de independência, nós não formamos bloco com nenhum partido, nem mesmo com o PSOL. Então, até o momento não fizemos uma avaliação dos mandatos do PSOL, mas vamos fazer sobre avaliação do nosso mandato.

MF – Em relação ao processo de Marcos do PSOL, o seu mandato tem algum posicionamento?

AG – Ainda não saiu nenhuma decisão das comissões formadas pelo partido e pela Câmara, e não  deram  notícias e nós estamos aguardando esse posicionamento para podermos  darmos os nossos encaminhamentos.

MF – A senhora espera alcançar o mesmo número de votos, em uma eventual disputa, da eleição passada?

AG – Não tenho nenhum tipo de ambição em relação a quantidade de votos. Não tenho essa ambição. Vamos analisar com o partido se eu serei candidata a prefeita ou a vereadora, vamos ver tudo isso. Qualquer que seja o cargo que participemos da disputa, estaremos preocupados em fazer a melhor campanha possível. Temos que ter um mandato revolucionário.

MF – Por que a senhora não foi candidata  na última eleição?

AG – Tivemos uma discussão interna e decidimos não disputar.

MF – É verdade que a senhora se afastou das manifestações do Sinte?

AG – Não é verdade. Eu acompanho sistematicamente todas as assembleias, atos e reuniões. Inclusive na construção dos atos desse ano, que infelizmente não teve um grande ato, foi apenas uma entrega burocrática e eu estava lá. Estou em quase todas as assembleias.

MF – Qual avaliação que a senhora faz da gestão do prefeito Carlos Eduardo?

AG – Acho que o prefeito faz um mandato e uma  avaliação do próprio governo, que é uma avaliação distante da realidade e da vivência da população.  Ele faz um balanço positivo da educação, saúde, segurança, acredita que tá fazendo o possível nessas áreas que são mais sensíveis a população e na verdade essas áreas estão numa situação sofrível.

MF – Quais são as ideias do seu partido para Natal?

AG –  Voltada para os trabalhadores. Essa discussão em torno do transporte público é um dos indicativos do nosso interesse. O transporte não pode servir de lucro para os empresários, mas como um ganho para os trabalhadores. Entendemos que o dinheiro público não pode ser investido na iniciativa privada. Como somos contra a terceirização, defendemos concurso público para os cargos de todas as secretarias.

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“Os vereadores sabem que eles teriam de se dividir para dar conta da liderança”, diz Raniere Barbosa

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De volta a Câmara dos Vereadores, Raniere Barbosa conversou com o blog e explicou esse novo momento: “Os nossos colegas da bancada não quiseram ser líder, pois teriam que se dividir muito entre executivo e o mandato de vereador”. Confira a entrevista completa aqui no blog.

Márlio Forte – Como é voltar a Casa Legislativa?

Raniere Barbosa – Muito agradável. O legislativo é apaixonante, pois é outro debate. Estou mais seguro e maduro para ser líder do governo, trabalhando com a bancada para que a governabilidade de Carlos Eduardo seja cada vez mais fortalecida e os anseios da população sejam atendidos.

MF– O prefeito tem uma bancada muito grande aqui na Câmara. Porque foi necessário colocar o senhor de volta aqui para ter um líder?

RB – Os nossos colegas da bancada não quiseram ser líder, pois teriam que se dividir muito entre executivo e o mandato de vereador. Estamos em um ano pré-eleitoral e os vereadores sabem que eles teriam que se dividir para dar conta da liderança. Então minha vinda para cá foi melhor para continuar nas minhas atividades como parlamentar e para ajudar o governo em suas matérias.

MF – Por que ele demorou tanto para isso?

RB – Ele sempre buscou Júlio Protásio para continuar sendo líder, pois ele construiu e uniu a bancada. Ele [o prefeito] tentou ver  uma forma de trazê-lo de volta.

MF – O PSB compõe a chapa do prefeito. Por que o PSB não indicou um líder?

RB – Uma liderança absorve muito tempo do vereador e eles não quiseram se dispor. Sinto-me feliz em voltar para cá. Sinto-me leve e vou debater as coisas importantes para Natal.

MF – Qual a diferença entre ser secretário e vereador?

RB – É algo muito diferente. No executivo você está em plena ação, sendo instrumento de execução de forma real. No legislativo você fica entre debate e encaminhamentos, não existe o imediatismo da ação. Apesar disso, os dois são brilhantes e apaixonantes.

MF – Dizem que o senhor é o vice-prefeito de Carlos Eduardo…

RB – Isso são conversas de amigos que tem uma simpatia para que a Câmara indique um vereador que represente a bancada e esse nome seria Raniere Barbosa. Isso é conversa de amigos e está longe de ser verdade. Não é minha intenção de ser candidato ao governo e hoje estamos tentando buscar um mandato que seja para o povo.

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Márcia Maia chama atenção para a situação do artesanato potiguar‏

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A deputada estadual Márcia Maia (PSB) chamou atenção, durante sessão ordinária desta quarta-feira (15), para a situação do artesanato potiguar. Segundo dados do Ministério da Cultura, o Brasil tem em média 8,5 milhões de artesãos.

“O número de artesãos no Brasil é mais que suficiente para se exigir políticas públicas para o setor. A profissão precisa conquistar uma posição de destaque junto ao poder público”, disse Márcia Maia.

A deputada aproveitou a ocasião para convidar os deputados a participarem da audiência pública, proposta pela parlamentar, que será realizada na tarde desta quarta-feira (15), a partir das 15h reunindo parlamentares, Poder Público e representantes do setor para debater a situação do artesanato no estado.

A iniciativa de realizar o encontro foi motivada pelas constantes reclamações dos profissionais que atuam na área sobre falta de apoio na comercialização dos produtos, que resultou em redução drástica do número de feiras no RN. Além disso, o fim de programas de qualificação profissional voltada para o artesão e a formação técnica pelo Estado também são pontos que estarão em discussão.

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Kelps quer que Governo utilize recursos de empréstimo nos municípios potiguares‏

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O deputado Kelps Lima (SDD) criticou nesta quarta-feira (15) o anúncio feito pelo governador Robinson Faria (PSD) de que os recursos do empréstimo a ser liberado pelo Banco do Brasil serão utilizados em obras de contrapartida e indenizações. O parlamentar defende que o empréstimo seja aprovado na Assembleia Legislativa sobre o pressuposto de que os recursos seriam aplicados em obras no interior do Estado.

“O empréstimo dos R$ 850 milhões aprovados pela Casa com o Banco do Brasil seria para uso em 73 obras nos municípios potiguares. Entretanto, o governador anunciou recentemente que os recursos serão utilizados exclusivamente em obras de contrapartida e indenizações”, disse Kelps.

Segundo o parlamentar, o anúncio feito por Robinson Faria representa uma quebra no acordo firmado com os deputados estaduais e com os gestores dos municípios que seriam beneficiados com as obras contempladas pelos recursos do Banco do Brasil.

“Tenho a obrigação de anunciar aos prefeitos que as obras enviadas pelo Governo para o interior do Estado não serão realizadas. Infelizmente, o acordo firmado não será cumprido”, declarou o parlamentar.

O deputado Fernando Mineiro (PT), líder do Governo na Assembleia, sugeriu o agendamento de uma reunião com o governador para saber detalhes do andamento do empréstimo junto ao Banco do Brasil e debater sobre a utilização dos recursos.

“Precisamos de mais informações sobre a utilização destes recursos, até porque acredito que algumas das obras previamente asseguradas aos municípios são contrapartidas, o que significa dizer que algumas destas obras serão sim contempladas pelos recursos”, afirmou Mineiro.

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Em evento sobre Nordeste, Agripino cumprimenta governador do RN e reafirma compromisso com o Estado

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Mesmo com uma agenda cheia de compromissos no Congresso Nacional na manhã desta quarta-feira (15), o senador José Agripino (RN) fez questão de participar da reunião, na Câmara dos Deputados, da bancada do Nordeste com governadores e cumprimentar o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria. O evento foi realizado para que os chefes estaduais pudessem cobrar dos parlamentares a inclusão dos temas de interesse da região no pauta do Congresso Nacional, como Pacto Federativo e preservação das receitas.

“Fiz questão de vir cumprimentar o governador Robinson Faria para reafirmar que meu mandato está à disposição dos interesses do Rio Grande do Norte. Disse pessoalmente para ele que pode contar com minha articulação, no limite das minhas possibilidades, para evitar a perda de arrecadação, para preservar o Pacto Federativo e defender as melhores causas para o nosso estado”, disse Agripino.

O encontro ocorreu no Plenário Nereu Ramos e contou com a presença dos governadores nordestinos Renan Filho (Alagoas), Flávio Dino (Maranhão), Wellington Dias (Piauí), Jackson Barreto (Sergipe), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Ricardo Coutinho (Paraíba), e Paulo Câmara (Pernambuco). O presidente do Banco do Nordeste, Nélson Souza, também participou do evento.

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