Projeto cria Centro de Referência em Diabetes de Natal

Foto: Assessoria
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Os vereadores de Natal aprovaram na sessão ordinária desta quarta-feira (11), em primeira votação na Câmara Municipal, o projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a criar o Centro de Referência em Diabetes de Natal vinculado à Secretaria Municipal de Saúde. De autoria do vereador Dagô Andrade (DEM), a proposta tem como objetivo monitorar os pacientes para atuar de maneira preventiva, além de oferecer tratamento especializado.

O diabetes é uma doença metabólica causada pelo aumento anormal de glicose no sangue. Quando não tratada adequadamente, podem ocorrer complicações como ataque cardíaco, insuficiência renal, problemas de visão e até amputação de membros.

“Trata-se de uma doença degenerativa grave que precisa ser controlada. O centro será importante para as pessoas que enfrentam dificuldades para ter acesso ao atendimento médico. Espero que prefeitura implemente esse projeto que possui imenso alcance social”, afirmou Dagô Andrade.

De acordo com o Bispo Francisco de Assis (PSB), além da demora para conseguir consultas e exames, os medicamentos são caros. “Essa doença desafia a medicina no mundo todo. Por isso, apoio qualquer iniciativa que ajude a enfrentá-la, haja vista o sofrimento de muitas famílias. Pena que o projeto é autorizativo, deveria ser obrigatório”.

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Felipe Maia pede segurança aos manifestantes no dia 15 de março

Felipe Maia por Sidney Lins Jr

Para garantir a segurança dos participantes das movimentações no dia 15 de março, o deputado Felipe Maia (DEM) solicitou, nesta quarta-feira (11), ao Ministério da Justiça, à Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte e à superintendência regional da Polícia Federal que haja atenção especial dessas instituições para impedir qualquer tentativa de desestabilização da ordem pública durante os protestos.

O deputado destacou que é garantido o direito de manifestação popular e que o poder público deve garantir a segurança dos manifestantes. “Serão realizadas movimentações populares por todo o país contra a atual situação política e econômica brasileira e todos são livres para manifestar suas opiniões. E é importante cuidar da segurança dos participantes. Afinal, é dever do poder público garantir a integridade de todos, uma vez que também é garantido o direito de manifestar-se contra a atual crise que vive o país”, destacou.

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Rafael Motta participa do lançamento da Frente Parlamentar em Apoio às Universidades Federais

Foto: Assessoria
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O deputado federal Rafael Motta, vice-líder do PROS na Câmara dos Deputados, participou na manhã desta quarta-feira (11), do lançamento da Frente Parlamentar Mista pela Valorização das Universidades Federais. A senadora Fátima Bezerra (PT), coordenadora da Frente no Senado, e a reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Ângela Paiva, também estiveram presentes ao evento.

Durante o lançamento, Rafael Motta destacou a importância do ensino superior para o futuro do país. “Como ex-aluno da UFRN sei o quanto é importante à formação superior para o cidadão brasileiro, e como deputado federal serei intransigente na defesa do ensino superior do Brasil”, afirmou o parlamentar.

O deputado também destacou a atuação da senadora Fátima Bezerra em favor da educação do RN. A Frente Parlamentar em Apoio às Universidades Federais será coordenada na Câmara pela deputada federal Margarida Salomão (PT-MG).

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“Espero que, com toda a prepotência da presidenta da República, ela consiga absorver alguma coisa desse recado que vai ser gigantesco”, diz José Dias

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José Dias foi o primeiro deputado a romper com o governo na atual gestão. Uma das vozes mais respeitadas da Assembleia, José Dias conversou com o blog sobre sua relação com Robinson: “Não quero conversar com o governador, pois somos pessoas públicas”. Na pauta nacional, Dias critica Dilma Rousseff: “Nossa presidente não tem noção que é uma procuradora do povo brasileiro, ela acha que não pode ser cobrada, só quem não pode é os deuses”.

Márlio Forte – Como  está a AL em relação as comissões?

José Dias – Estão sendo definidas e eu sou o menos indicado pelo colégio de líderes, acredito que terá uma solução breve.

MF – Como o senhor ver o manifesto marcados para o próximo dia 15?

JD – Dia 15 será um grande dia da nossa história. Quando votamos em uma pessoa, queremos que ela sirva a nação, que seja a procuradora da população. Não estou dizendo que minha expectativa é que a partir do 15 tenhamos um processo de impeachment e a queda da presidenta, espero que a partir do dia 15 tenhamos a consciência que não vivemos numa monarquia, mas num sistema republicano e democrático e que o povo é quem deve dizer a direção que devemos tomar. Espero que com toda a prepotência da presidenta da República, ela consiga absorver alguma coisa desse recado que vai ser gigantesco, pois as condições que o povo vive propiciam para que o povo der um recado forte, pacifico e democrático, com a presença  do povo nas ruas.

MF – Ela diz que trata-se de um terceiro turno, como o senhor ver isso?

JD – Na democracia, vivemos permanentemente um processo em que cobramos do governo soluções e comportamentos, se alguém pensa que ele se elege e tornar-se soberano, dono da vontade do povo é algo extremamente  perigoso. Esse é o maior perigo que vivemos: nossa presidenta não tem noção que é uma procuradora do povo brasileiro, ela acha que não pode ser cobrada, só quem não pode são os deuses. Os piores ditadores tiveram a noção dessa cobrança, eles caíram.

MF – Como o senhor analisa os primeiros meses de Robinson?

JD – Eu não tenho como avaliar, primeiro que está muito curto o período do governo, segundo que eu sai do bloco do governo. Na medida em que você sai do lado do governo, você tem que ficar em quarentena. Eu estou na minha quarentena, não posso fazer avaliação por que, eticamente, eu não estaria habilitado para isso.

MF – Nesse período o senhor falou com o governador?

JD – Não e não tenho a menor pretensão. Pessoalmente, eu não quero dizer que sou desafeto do governador, eu não sou. Mas eu não quero conversar com o governador, pois somos pessoas públicas e se eu falar com ele, ninguém vai entender que seja um entendimento de duas pessoas que foram amigos muitos íntimos, fraterno, duas pessoas que tem uma relação de padrinhos, pois eu sou padrinho do filho dele. Todos não vão entender, e é justo, pois é um entendimento de dois políticos, e esse entendimento eu não quero, não aceito e não vai haver.

MF – Como o senhor recebeu a indicação de Mineiro para ser líder do governo na AL?

JD – Todos sabem que Mineiro é um deputado competente, um homem estudioso, é indiscutível. Eu acho que ele vai ter sucesso, ele não tem maiores atritos, Mineiro é um cara que debate, mas ele não alimenta esse problema fora da arena que é o plenário.

MF – Tem jeito de o senhor apoiar Mineiro para prefeitura do Natal?

JD – Olha, com sinceridade, eu nem pensei na eleição para prefeito de Natal, pois está tão distante. [Risos]. Eu não tenho compromisso com Mineiro e nem com ninguém. Ainda tenho que definir minha posição partidária, eu não posso nem pensar nisso.

MF – Qual recado o senhor mandaria para a presidenta Dilma?

JD – Tenha juízo.

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“Não vou está em nenhuma passeata, vendo apenas, por curiosidade, as notícias na imprensa”, diz Sandro Pimentel

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Nem um e nem outro. O vereador Sandro Pimentel disse, em entrevista ao blog, que não vai participar de nenhum dos atos pró e contra Dilma: “Não vou está em nenhuma passeata, vendo apenas, por curiosidade, as notícias na imprensa.” O vereador ainda comenta sobre o caso de Marcos do PSOL, colega partidário.

Márlio Forte – O senhor vai participar da manifestação do dia 15?

Sandro Pimentel – De jeito nenhum, a manifestação do dia 15, na nossa visão, é uma manifestação que trás uma péssima lembrança do que representou uma direita retrógada e obsoleta nesse país.

MF – E na manifestação do dia 13?

SP – De igual modo, não vou participar, pois significa o apoio inconstitucional ao governo corrupto da presidente Dilma e do PT, que vem manchando a política no Brasil. Então nem podemos participar das manifestações do dia 13 e do 15, entendemos que a saída do povo para essa situação é ir para as ruas, sem um lado verde e nem vermelho, mas que ele se manifeste livremente nas ruas contra a corrupção que cresce cada dia mais.

MF – O senhor sabe dizer em relação as duas correntes, como o partido do senhor vai se manifestar diante dessa situação?

SP – Nosso partido emitiu uma nota pública, numa perspectiva de construir um dia junto com a população e os movimentos sociais, estudantes, juventude, classe trabalhadora, povo pobre, indignados contra o retorno dos tucanos, da direita tradicional, e que muito menos aceita essa política perversa de ajuste fiscal e de corrupção, como o corte 31% na educação que chega a 7 bilhões de reais, mostrando um retrocesso. Para nós, o caminho não é nem 13, nem 15, é por nas ruas em qualquer data a luta pelos direitos e conquitas contra a corrupção.

MF – O PSOL está a favor do impeachment da presidenta?

SP – O PSOL não está a favor do impeachment, pois não quer um retrocesso da direita. O PSOL continua defendendo que a saída não é impeachment, retorno dos tucanos ou do PMDB, pois não vai mudar em nada a realidade do povo. Para nós a saída é uma só: povo nas ruas, da forma que aconteceu em junho de 2013.

MF – Mudando de assunto, como está o processo de Marcos do PSOL?

SP – O diretório cumpriu com seu papel, encaminhou ao diretório nacional, solicitando uma comissão de ética e estamos aguardando o desenrolar desse processo.

MF – Qual a opinião do senhor em relação a isso?

SP – Não gosto de emitir opiniões precipitada. Vamos esperar os fatos serem apurados, como as provas de acusação e de defesa, então não posso condenar e nem condenar ou absorver o colega.

MF – Dia 15 o senhor estará onde?

SP – Dia 15 eu estarei trabalhando em defensa de Natal, como faço de domingo a domingo. Tanto a sexta e o domingo serão um dia normal de trabalho. Não vou está em nenhuma passeata, vendo apenas, por curiosidade, as notícias na imprensa.

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Emanoel do Cação fala sobre os manifestos dos dias 13 e 15: “O que o povo proclamar, eu apoio”

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“Estou na expectativa de ver os lados dos dois manifestos. ,”, assim pensa o vereador Emanoel do Cação sobre os próximos dias 13 e 15 de março, datas que terão manifestos em todo o país. Confira a entrevista realizada na manhã de hoje na Câmara Municipal de Natal.

Márlio Forte – Como o senhor ver o movimento do próximo dia 13?

Emanoel do Cação – Esse movimento do dia 13, eu quero ficar fora para entender melhor. Não vou participar, ficando na espectativa, apenas observando. Desejo que ele seja tranquilo, sem violência, pois sempre aparece alguém para atrapalhar os movimentos legais.

MF – E o das manifestações do dia 15?

EC – Eu também vou ficar de fora, para ver e analisar para depois dar minha posição, pois minha posição é para a paz. Quero que o Brasil cresça e para isso deve haver muitas mudanças. Esse é meu desejo.

MF – O povo está contente com as decisões de Dilma?

EC – Eu acho que a política devia ter mudado desde outubro passado. Não houve e foi legítima a vitória da presidente e nós desejamos que as promessas sejam cumpridas, pois vejo tudo ao contrário.

MF – O que o povo fala para o senhor nas ruas?

EC – O povo tá indignado, pois as mudanças atingiram o trabalhador.

MF – E em relação a Dilma?

EC – Tá dizendo fora Dilma, eu tenho escutado isso muito. Estou na expectativa de ver os lados dos dois manifestos. O que o povo proclamar, eu apoio.

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